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Priscila CastroCRP 01/16887

Psicoterapia para mulheres

Um espaço para falar sobre dores, desejos e conquistas — sem precisar dar conta de tudo antes de pedir ajuda.

O que se costuma sentir

Desde as pressões sociais até as expectativas familiares e profissionais, muitas mulheres chegam ao consultório sobrecarregadas. O que costuma aparecer:

  • Cansaço que nenhum descanso resolve, somado à culpa por estar cansada;
  • Dificuldade de dizer não e de pedir ajuda sem se justificar;
  • Autocrítica constante sobre corpo, desempenho e escolhas;
  • A sensação de estar sempre em falta com alguém;
  • Anular os próprios desejos para manter a paz em casa ou no trabalho;
  • Raiva que não encontra lugar para existir;
  • Perda de referência sobre quem se é, fora dos papéis que cumpre.

Como a psicoterapia atua

A jornada de uma mulher é marcada por desafios próprios. Muitas se veem sobrecarregadas, sem um espaço seguro para falar sobre suas dores, seus desejos e suas conquistas.

O que costuma ser trabalhado

  • Autoestima e autoconfiança — entender a própria identidade, reconhecer o próprio valor e desenvolver uma relação mais saudável consigo mesma;
  • Relacionamentos — desafios em relações amorosas, familiares ou amizades, aprendendo a estabelecer limites e a se comunicar com mais clareza;
  • Pressão social e sobrecarga — a conciliação entre carreira, vida pessoal e expectativas externas, buscando equilíbrio e bem-estar;
  • Violência e traumas — acolhimento para mulheres que enfrentaram relacionamentos abusivos, violência psicológica ou situações traumáticas;
  • Saúde mental e emocional — ansiedade, depressão, crises emocionais, luto e outros desafios que afetam o dia a dia;
  • Luto por mudanças na vida — a menopausa, a saída dos filhos de casa, o envelhecimento e as transformações na identidade feminina podem trazer sentimentos de perda, solidão e questionamentos sobre propósito e valor pessoal.

Um espaço seguro e sem julgamentos

O compromisso é oferecer um ambiente acolhedor, em que você possa se expressar com liberdade e encontrar recursos para lidar com suas dificuldades. Aqui, sua voz será ouvida e respeitada, sem julgamentos ou imposições.

O trabalho parte da Análise do Comportamento Clínica, com recursos da ACT e da FAP — o que significa olhar para o que você faz dentro do contexto em que vive, e não como falha de caráter ou falta de força de vontade.

Como funciona o processo

  1. Primeira conversa

    Uma sessão inicial para entender o seu momento e o que te trouxe. Você decide o quanto quer contar e quando.

  2. Separar o que é seu do que foi colocado em você

    Boa parte do trabalho inicial é distinguir o que é escolha sua daquilo que foi aprendido como obrigação — e reconhecer o custo de cada um.

  3. Limites e comunicação

    Construção de recursos concretos para dizer não, pedir o que precisa e sustentar o desconforto que essas conversas costumam trazer.

  4. Reconstruir o próprio espaço

    Trabalho voltado a devolver lugar aos seus desejos e projetos, dentro da vida real que você tem.

Quanto tempo costuma levar

Depende do que te trouxe. Um processo focado em uma situação específica costuma ser mais curto; questões que envolvem autoestima e padrões formados ao longo de anos pedem mais tempo.

Os atendimentos costumam ser semanais no início, com a frequência revista em conjunto ao longo do caminho.

Dúvidas frequentes

Preciso estar em crise para procurar terapia?

Não. A terapia não é só para casos de transtorno diagnosticado. Insatisfação com a própria vida, dificuldade em relacionamentos ou busca por autoconhecimento já são motivos suficientes.

Atende questões de maternidade?

Sim, dentro do atendimento de adultos: sobrecarga, culpa materna, mudanças de identidade e a relação com os filhos são temas frequentes.

E se o meu problema for principalmente com o meu companheiro?

O atendimento é individual, mas relações são parte central do trabalho. Se o caso pedir terapia de casal, isso é conversado com franqueza e há indicação de profissionais que atendem casais.

Você atende mulheres trans?

Sim, com respeito ao nome e aos pronomes que você usa, desde o primeiro contato.

Vamos conversar?

O primeiro contato é uma conversa para entender o que você está buscando e como o atendimento pode funcionar para o seu caso.

Priscila Castro Alves · Psicóloga Clínica · CRP 01/16887

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